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Âncora 1

Matheus Solar

Artista visual e produtor audiovisual, é doutorando em Artes Visuais pela UDESC e mestre em Arte e Cultura Visual pela UFG. Sua prática artística investiga as cosmopoéticas de um universo em expansão, obras que denomina cosmografias. Elas se materializam em linguagens diversas nas artes contemporâneas, com destaque para as artes multimídia, artes digitais, ambientações, experiências imersivas, videoarte, animação e fotografia. Desde 2018 pesquisa e colabora como artista no Planetário Juan Bernardino Marques Barrio, atuando em projetos que convergem arte e astronomia, e são voltados para a sociedade.

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Cosmografias artísticas é uma prática-conceito que Matheus Solar vem desenvolvendo desde sua graduação em Artes Visuais, com início em 2015. Uma investigação que continuou como pesquisa de mestrado e que agora busca se desdobrar em tese.

A cosmografia carrega significados cósmicos dos quais o artista extrai sentido poético. Este termo adjetivado artisticamente surge na intersecção das artes com a astronomia que acontece em sua prática artística. Um conceito ainda embrionário, mas que representa um universo de possibilidades em expansão.

Duas principais questões caracterizam o problema que envolvem as cosmografias artísticas. Primeiro, os processos de criação e poéticas artísticas que decorrem de práticas desta natureza: as cosmopoéticas.  Segundo, as reflexões sobre a relação interdisciplinar entre arte e astronomia que se revela através destas práticas: o campo da cosmoarte.

Um cosmos que se faz arte e uma arte que cria novas cosmoviões e cosmotopias.

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